Olha quem fala...

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Salvador, Bahia, Brazil
Brasileiro. 20 anos. Nascido e criado em Salvador, Bahia. Filho de Paulo e Valdete. Tem cabelos pretos que, quando compridos, formam cachos. Pele morena. Tem por volta de 80 kg. Não tem certeza quanto à estatura, mas acha que está entre 1,68 e 1,70. Cursa Engenharia Elétrica no IFBA. Fala demais e dessa forma costuma esconder o que realmente quer dizer. Escreve por diversão, ou para extravasar. Tem medo de ser considerado arrogante ou convencido. É pessimista, mas está tentando mudar isso. Não usa nenhum tipo de droga, não bebe nem fuma. É vegetariano. Gosta de temas policiais, suspense e romance. Ele é besta.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Fogos de Artifício

Qual a utilidade de olhar os fogos de artifício? Nós saímos, vemos os fogos e naquele momento ficamos maravilhados com as luzes. É tudo tão rápido, efêmero, e a gente sabe que um momento vai acabar. O interessante é que, mesmo sabendo que aquele momento vai acabar, estamos ali e nos emocionamos naquele pequeno intervalo.
Enfim, o que nos leva a insistir nas coisas efêmeras? Creio que a resposta para essa pergunta é a seguinte: Temos a esperança de que aquele momento efêmero dure para sempre. Esperamos que o tempo congele ali, e que aquela alegria se espalhe para todas as coisas da vida. Acho que é por isso que olhamos os fogos, para que aquela imagem fique gravada em nossa memória, como um momento bom, sendo assim eternizada.
Mas isso ainda não responde a pergunta inicial. Qual a utilidade? Não sei se há uma utilidade real, palpável, talvez o leitor consiga enxergar alguma, mas a razão filosófica está ai. O que eu acho é que devemos mesmo olhar os fogos, mesmo que depois fiquemos saudosos, pensando se aquele momento não poderia durar mais. Pelo menos ele foi vivido e sua imagem foi eternizada. Não deixe de viver um momento só porque sabe que ele vai terminar. Será que sabe mesmo?
Estou meio filosófico recentemente. Acho que colocaram alguma coisa na minha água!